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Palestra debate desafios, inclusão e a importância do diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Evento foi promovido para servidores da Casa Civil do Governo do Ceará

Publicada em 29/04/26 às 16:54h - 29 visualizações

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Palestra debate desafios, inclusão e a importância do diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Evento foi promovido para servidores da Casa Civil do Governo do Ceará  (Foto: Tiago Stille - Casa Civil)

Em alusão ao Abril Azul, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a Casa Civil do Governo do Ceará promoveu uma palestra sobre o tema para os servidores. O evento, realizado nesta segunda-feira (27), foi mediado pela médica Aline Miranda Limeira, neuropediatra convidada, e contou com a participação dos secretários executivos de Planejamento e Gestão Interna, Francisco Cavalcante, e de Comunicação Integrada e Eventos, Joelise Collyver.

Entre os tópicos abordados, a médica Aline Miranda Limeira tratou, de forma pedagógica, do diagnóstico, do acompanhamento profissional e dos sintomas, além dos desafios enfrentados por pessoas neurodivergentes, como estigmas e preconceitos, falta de compreensão, exclusão e marginalização. Outro tema abordado foi a interação social, como o contato visual, gestos e expressões faciais, postura corporal.

Durante sua fala, a profissional explicou aos servidores que a causa do TEA ainda é desconhecida, mas há uma interação de fatores genéticos e ambientais, sendo predominantemente genética.

“É importante debater o tema para oportunizar o diagnóstico e a intervenção precoce, abrindo outras possibilidades para a criança, do ponto de vista dos resultados que ela pode alcançar. Além de desmistificar essa questão do preconceito e das potencialidades de crianças autistas e outras neurodiversas”, destacou a médica Aline Miranda.

Um estudo do Censo Demográfico, realizado em 2022, identificou 2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de TEA, o que corresponde a 1,2% da população brasileira. De acordo com os dados, a prevalência foi maior entre os mais jovens, com 2,6% dos diagnosticados com idade entre 5 e 9 anos, equivalente a 1 em cada 38 crianças nessa faixa etária.

Eliezio Jeffry - Ascom Casa Civil




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